terça-feira, 2 de abril de 2013

Foi uma imensa honra cantarmos na Missa de 87 anos do Pe. Paolino! O Grupo "Amigos Pela Fé" agradece e glorifica a Deus pela oportunidade de coexistir com esse homem de fé, a quem tanto amamos e respeitamos! Obrigado Senhor!










sábado, 16 de março de 2013

BEM VINDO FRANCISCO!!

Estamos confiantes na unidade de nossa igreja.

sexta-feira, 15 de março de 2013

"AMIGOS PELA FÉ"!

ORIGEM DO NOME DO NOSSO GRUPO

                                                                            
Amigos Pela Fé  
Padre Zezinho

Quem me dará um ombro amigo
quando eu precisar ?
E se eu cair, se eu vacilar,
quem vai me levantar ?
Sou eu, quem vai ouvir você
quando o mundo não puder te entender
Foi Deus, quem te escolheu pra ser
o melhor amigo que eu pudesse ter

Refrão:
Amigos, pra sempre
Dois Amigos que nasceram pela fé
                                               Amigos, pra sempre                                               
Para sempre amigos sim, se Deus quiser

Quem é que vai me acolher,
na minha indecisão
Se eu me perder pelo caminho
quem me dará a mão

Foi Deus, quem consagrou você e eu
para sermos bons amigos, num só coração
Por isso eu estarei aqui 
quando tudo parecer sem solução
Peço a Deus que te guarde(que te guarde, abençoe e mostre a sua face)
E te dê a sua Paz.  
Amigos, pra sempre
Dois Amigos que nasceram pela fé
Amigos, pra sempre
Para sempre amigos sim, se Deus quiser.

Núbia, Lúcia, Mana, Mikelce, Wilkson e Gisas.
Mana, Mikelce, Wilkson e Gisas
Núbia, Lúcia e Mana.
Altemir, Chico Nery, Emilson, Matheus, Mana, Núbia e Gisas.
Altemir, Chico Nery, Emilson, Matheus, Mana, Núbia, Gisas e Thays.
Emilson, Mana, Núbia, Gisas e Thays.
Pe. Paolino, Clotilde, Gisas e Irmã Juliana.
MULHERES - "AMIGOS PELA FÉ"
 Fotos: Arquivo do Grupo.
Essa canção inspirou o nome do nosso grupo em homenagem à nossa líder espiritual e amiga Irmã Andrelina, que hoje reside em Roma, na Itália. Todos nós sentimos muito à sua falta. Sua simplicidade e alegria nos conquistou e nos fez guardá-la para sempre em nossos corações. Obrigada por tudo amiga!

AGENDA DO GRUPO:
Cantamos na Paroquia Nossa Senhora da Conceição, em Sena Madureira-Acre, nos 2º e 3º sábados (19h15min) e domingos (8h15min - 19h15min) de cada mês, bem como, em Casamentos, Missas da Esperança, Missas de Formaturas, Missas de 15 anos, Novenas, etc... Nosso lema é estar sempre à serviço de nossa Igreja, como uma forma de agradecermos a Deus pelos nossos dons e pelas nossas vidas. Que Maria, Mãe de Deus e Nossa esteja conosco e nos proteja e ilumine sempre! Amem!


MARIA – ELIANA RIBEIRO

Maria vivia em oração
Maria provada no sofrimento
Maria guardava no coração
Maria pra Jesus um alento

Oh, Maria ensina-me a ser assim
Como filho em Deus tudo esperar
Mãe querida vem comigo caminhar
Oh, Maria, roga a Jesus por mim

Maria, que não se rebelou
Maria, que por nós ofereceu
Maria, que os pastorinhos ensinou
Maria, que em Fátima apareceu

sábado, 9 de março de 2013

sexta-feira, 8 de março de 2013

quinta-feira, 7 de março de 2013

É PROIBIDO AJOELHAR-SE DURANTE A CONSAGRAÇÃO?


ANJOS DE RESGATE

SOU TEU ANJO

FOI POR VOCÊ

SALMO 98


PADRE ZEZINHO

Padre Zezinho é um padre católico brasileiro, nascido em Minas Gerais. Ele é conhecido também por outras habilidades, como escritor e músico.
Padre Zezinho tornou-se padre com 25 anos de idade, nos Estados Unidos, e usou vários meios de comunicação, o teatro e a música para propagar sua evangelização pelo mundo todo.
Pe. Zezinho é um dos maiores fenômenos da música cristã no mundo, e suas apresentações estão sempre lotadas, ele foi um dos pioneiros da música católica popular, usando instrumentos modernos como a guitarra elétrica e a bateria em suas músicas. 
Pe. Zezinho já gravou discos em mais de 5 idiomas, e em 2010 chegou a receber indicação ao Grammy Latino na categoria "Melhor Álbum de Música Cristã".
Atualmente, Padre Zezinho apresenta um programa em várias emissoras de rádio Católicas no Brasil e também um programa de TV. Algumas de suas canções mais famosas são "Um Certo Galileu", "Maria de Nazaré", "Amar como Jesus Amou" e etc. 
"Há certas coisas que cabem melhor dentro do silêncio; outras cabem muito mais ainda nas mãos de Deus". Pe Zezinho. http://pensador.uol.com.br/autor/pezezinho/biografia/


LÁ NO ALTAR DE APARECIDA!




segunda-feira, 4 de março de 2013

ADRIANA ARYDES

PERMITE QUE EU TE ADORE

TONY ALLYSSON

PODEROSO DEUS

domingo, 3 de março de 2013

EUGÊNIO JORGE


O CAMINHO DA QUARESMA

Com a Quarta-feira de Cinzas iniciamos a nossa caminhada rumo à Pascoa, acontecimento central de nossa fé e da Igreja católica. Iniciamos essa caminhada com a imposição das cinzas, símbolo de conversão e renovação de nossa vida. A Páscoa de Jesus é, por excelência, a festa do cristão, por isso merece ser preparada com antecedência e com esmero. Toda nossa vida cristã converge para o grande acontecimento pascal.
Três elementos da vida do cristão, presentes no evangelho da liturgia de hoje, ajudam a trilhar o caminho quaresmal: caridade, oração e jejum. Essas práticas cristãs, porém, não devem ser realizadas com  o intuito de autopromoção. De fato, Jesus chama a atenção para a hipocrisia que pode estar escondida por trás dessas práticas. Os atos religiosos serão feitos para honrar a Deus e auxiliar o próximo, e não para melhorar a própria imagem.
De nada adianta ajudar os outros se, com isso, buscamos elogios. Compromisso com os pobres é decisão séria, não é exibicionismo. De nada adianta rezar se, com essa atitude, visamos ser reconhecidos como pessoas piedosas – oração não é espetáculo. De nada adianta jejuar se, com o jejum queremos nos exibir – jejum é denúncia profética da injustiça que nasce do egoísmo. Nosso problema é que temos forte inclinação para a vaidade, o orgulho e o egoísmo. Assim, anulamos nossas tentativas de ter méritos diante de Deus, que é gratuidade plena.
Com a Quarta-feira de Cinzas, a Igreja, no Brasil, inicia também a Campanha da Fraternidade (CF). É a proposta da Igreja que nos convida a rever alguns aspectos da vida pessoal e social. Neste ano a atenção está voltada para a juventude, com o tema: “Fraternidade e juventude” e o lema: “Eis-me aqui, envia-me”. A CF é uma proposta evangelizadora da Igreja católica desenvolvida na Quaresma em preparação para a Páscoa. Tem a missão de despertar o espírito comunitário e cristão, educar para a vida em fraternidade e renovar a consciência da responsabilidade social. (Pe. Nilo Luza, ssp.) In O DOMINGO - SEMANÁRIO LITÚRGICO-CATEQUÉTICO - 13/02/2013.

A PALAVRA FAZ VENCER AS TENTAÇÕES

Os quarenta dias de Jesus no deserto fazem lembrar os quarenta anos de caminhada do povo hebreu rumo à Terra Prometida. Tempo de provação, de superação das tentações, ainda que as tentações na vida de Jesus não tenham aparecido apenas nesses quarenta dias. O Evangelho de Lucas, de fato, diz que o diabo se afastou de Jesus para retomar no momento oportuno, na hora da decisão de entregar a vida na cruz, em Jerusalém.
 Jesus venceu a tentação de ter comida e vida fáceis, recusando-se a transformar pedra em pão. Venceu a tentação de ter poder e prestígio, negando-se a se submeter ao que é satânico, ou seja, contrário ao projeto de Deus. Venceu a tentação de tentar o próprio Deus, recusando ações e atitudes que distorceriam a palavra de vida.
Obedecendo à palavra, Jesus vai vencendo as tentações e continuando a missão que o Pai lhe havia confiado. E a palavra que iluminou a vida de Jesus ilumina também a nossa. É a palavra que nos alimenta e nos torna comprometidos com a missão de Jesus, para trabalharmos pelo pão para todos. É a palavra que nos recorda que somente a Deus devemos adorar, relativizando todas as outras coisas. É a palavra que dá sentido à nossa existência, quando servimos a Deus servindo os menores de nossos irmãos, tal como fez Jesus.
Iniciando a Quaresma, somos que convidados a ir com Jesus ao deserto, fazer silêncio dentro de nós mesmos, ouvir sua palavra e deixar que aí ela ecoe, para superarmos a tentação de aceitar o que é contrário aos valores que o Mestre nos ensinou. Assim a Quaresma se tornará de fato, tempo de preparação para a Páscoa, tempo de provação da nossa fé e do nosso compromisso com Jesus. O mesmo Espírito que guiou Jesus continua nos guiando. Obedientes à palavra de Deus, confiamos que o Mestre está conosco, ajudando-nos a superar as tentações do dia a dia. (Pe. Paulo Bazaglia, ssp.) In O DOMINGO – SEMANÁRIO LITÚRGICO-CATEQUÉTICO – 17/02/2013.

ROSTOS TRANSFIGURADOS

Jesus se transfigura diante dos discípulos que o acompanham no monte, aonde se dirigiram para rezar, em contato mais profundo com o Pai. É aí que se completa e se plenifica a aliança de Deus com a humanidade, iniciada com Abraão. Cristo, transfigurado diante dos três discípulos, será dentro em pouco o Cristo “desfigurado” da paixão. Sua glória, revelada na transfiguração, passará, portanto, pelo sofrimento e pela humilhação.
Na cena do evangelho de hoje, Jesus se entretém nua conversa com Moisés e Elias (representantes do Antigo Testamento: leis e profetas) sobre sua partida próxima, ou seja, sobre seu êxodo definitivo para a casa do Pai.
O rosto de Jesus, em oração ao Pai, muda de aspecto. É exemplo de oração que transforma não apenas a pessoa, mas também os outros e a própria realidade. Todo encontro autêntico e sincero com Deus deixa marcas em cada rosto orante.
Os três discípulos dominados, dominados pelo sono, acabam dormindo. Quando o mestre está ameaçado ou quando pede compromisso com seu projeto, eles não entendem – ou não querem entender – e se entregam ao sono. É muito mais fácil sonhar com aplausos e triunfos do que se comprometer com a realidade exigente da missão. Os problemas do dia a dia e o compromisso com o mestre podem nos assustar e nos fazer desanimar.
Pedro só tem olhos para a glória deslumbrante: É bom estarmos aqui. Ele quer permanecer na ilusão sem passar pela paixão e morte, mas a glória só acontece após o êxodo. Pretende acampar no ponto de chegada, sem passar pelo caminho penoso que conduz até aí.
Antes desse passo definitivo, há a necessidade de descer da montanha. O apóstolo transfigurado deve enfrentar o compromisso com o povo, e a sua realidade nem sempre é tão brilhante como nas alturas. Na montanha, e contato com Deus, rezamos, escutando a voz do Filho e pedindo nossa transformação, para que, na planície, nos solidarizemos com os rostos desfigurados dos sofredores. (Pe. Nilo Luza, ssp.) In O DOMINGO – SEMANÁRIO LITÚRGICO-CATEQUÉTICO – 24/02/2013.

TEMPO DE DAR FRUTOS

A tragédia dos galileus assassinados por Herodes e dos dezoito mortos pela queda da torre de Silo[e, Jesus garante, não foi consequência dos pecados deles. Considerar tragédias e desastres como castigo de Deus é esquecer o que Jesus veio revelar: o rosto de um Pai que é amor e misericórdia, e não um carrasco vingador.
Longe de associar a morte ao pecado e à culpa das criaturas, Jesus convida ao a aprender das tragédias e desastres, a aprender das mortes prematuras, no sentido da valorizar o presente e converter-se para dar frutos. Pois a morte virá para todos, e a questão são os frutos que deixaremos por aqui, a diferença que tivermos feito para melhorar este mundo.
A parábola da figueira fala de um Deus paciente, que envia seu Filho para que as pessoas se deixem transformar e produzir frutos. É que, ao nos criar, Deus espera nada mais que frutos de bondade, de misericórdia, de solidariedade. Quando faltam tais frutos, falta a vida verdadeira que ele deseja.
O Filho enviado pelo Pai caminha conosco e quer nos transformar. Estar abertos à ação de Deus, porém, depende somente de nós. E aqui a importância do chamado à conversão feito por Jesus. Converter-se é tomar consciência dos próprios limites e pecados, em primeiro lugar. E, na prática, mudar de mentalidade e de vida. Mas não basta mudar, e sim mudar segundo o plano de Deus, que nos cria para relações que humanizem, que nos irmanem no perdão e no amor.
Conscientes de que as tragédias e desastres não podem ser castigos do Deus bondoso de Jesus, perguntamo-nos sobre o sentido que estamos dando à nossa vida hoje. Uma vida sem frutos para Deus é vida que perde o próprio sentido. No dia do acerto de contas, diante de um Deus que ama, que frutos lhe apresentaremos? O tempo que temos neste mundo é o tempo que Deus nos dá. É agora o tempo de conversão. É agora o tempo da dar frutos. (Pe. Paulo Bazaglia, ssp.) In O DOMINGO – SEMANÁRIO LITÚRGICO-CATEQUÉTICO – 03/03/2013.

É PRECISO FESTEJAR

Quando algum membro da família retorna – depois de algum tempo de ausência -, normalmente acontece uma festa de acolhida carinhosa. Também é verdade que, com frequência, algum irmão ou pai, reluta em aceitar o retorno daquele que andou vagando pelo mundo.
A história narrada pelo evangelho de hoje revela: o pai se alegra e faz festa pelo retorno do filho, mas o irmão resiste a participar da alegria e da festa. A história se repete amiúde também em nossos tempos, muito mais do que imaginamos. Filhos se afastam da família por motivos diversos: desejam assumir a própria vida, são levados pelas drogas, não suportam as incompreensões ou mesmo agressões dos pais ou irmãos, às vezes são até expulsos de casa. Nas comunidades também se veem deserções por falta de compreensão das lideranças ou por falta de testemunho da própria comunidade ou de alguns membros. Também há os que partem por já não sentirem gosto na vida da comunidade e na participação das celebrações.
O pai do evangelho de hoje nos fornece belo exemplo de amor e acolhida. Deus é como esse pai que fica feliz ao ver o filho retornando para casa e prepara um banquete para festejar.
O filho mais novo se aventurou a assumir a própria vida e acabou não administrando bem a herança. Depois de gastar tudo e tomar consciência da situação, inicia o retorno à casa e o processo de conversão.
O filho mais velho é o “justo” da história, “cumpridor das normas e possuidor de direitos”. Ele não necessita de conversão. É calculador, triste “burocrata da virtude”, sem brilho, sem otimismo e sem alegria.  
A parábola nos mostra que não basta ser fiel cumpridor das leis e não sair de casa; é preciso ter misericórdia e ser solidário, acolhendo os irmãos e irmãs que não se saíram bem na tentativa de vida melhor. A família e a comunidade devem ser locais de acolhida, amor e perdão. Todos têm direito à redenção, a uma segunda chance. (Pe. Nilo Luza, ssp.) In O DOMINGO – SEMANÁRIO LITÚRGICO-CATEQUÉTICO – 10/03/2013.

AMAR O PECADOR É VENCER O PECADO

É fácil e cômodo atirar pedras, julgar e condenar os outros. A resposta de Jesus na cena da mulher adúltera, porém, é séria chamada de atenção para a maldade que pode se esconder no coração humano. Quando julgamos os outros, queremos como que esconder os próprios pecados. E então vem à tona a hipocrisia, pois como podem estar limpas mãos que apedrejam e que escondem um coração incapaz de perdoar?
Quanto aos que se orgulhavam de ser exemplo de piedade e aos especialistas da religião, Jesus os faz olhar para si mesmos. Suas palavras funcionam como um espelho, um espelho libertador que pedras nunca poderão quebrar.
No episódio, quem é que estava livre do pecado, para ter a autoridade de atirar pedras naquela mulher que, logicamente, não havia cometido adultério sozinha? E, ainda que fosse o caso de apedrejar, onde estava seu parceiro no erro?
Neste tempo de Quaresma, convite à revisão de vida e conversão para a Páscoa do Senhor, Jesus continua a nos colocar diante do espelho de sua Palavra, para que nos vejamos como somos, sem máscara ou hipocrisia.
Quando tomamos consciência de nossos limites e erros, só nos cabe a atitude de quem suplica o perdão, das pessoas e de Deus. Os acusadores de então foram embora, um a um, ao serem colocados diante dos próprios pecados.
Jesus, que não vem para condenar, mas para salvar, de fato nuca condenou ninguém. O Mestre sempre ensinou a rejeitar o pecado, mas nunca o pecador. Ensinou a nunca confundir quem peca com o pecado cometido.
        Ao pecador Jesus nos ensina a amar, porque todos pecamos e necessitamos de amor. Um amor sem limites como o seu, de quem se doa e sabe perdoar. Perdoando e amando, criamos relações novas, de acolhida e inclusão. E então aprendemos, simples assim, que amar o pecador é vencer o pecado escondido em nós. (Pe. Paulo Bazaglia, ssp.) In O DOMINGO – SEMANÁRIO LITÚRGICO-CATEQUÉTICO – 17/03/2013.  


sexta-feira, 1 de março de 2013

EIS UMA BELA FLOR!